Abstract de Pesquisas

03/23/04

Novos Casos Clínicos

Colocação e Restauração de Dois Implantes e Cirurgia de Alongamento da Coroa dos Dentes para Agenesia dos Incisivos Laterais

Este caso demonstra a colocação cirúrgica de dois implantes incisivos laterais de funcionamento imediato e sua restauração com Abutment Coroa Integrados™ Bicon juntamente com o alongamento cirúrgico da coroa dos dentes adjacentes.

03/19/04

Oportunidades Educacionais

Novos Cursos Bicon

A Bicon acaba de renovar as ofertas de cursos para apresentar maior flexibilidade a clínicos e profissionais de laboratório. O registro online encontra-se disponível agora para todos os cursos Bicon. Registre-se hoje — vagas são limitadas!

03/17/04

Novo Vídeo

Características Bicon

Este novo vídeo detalha as características únicas do Sistema Bicon de Implantes Dentários, inclusive o locking taper, remoção de abutment, selamento bacterial, posicionamento universal do abutment de 360º, ombro inclinado, estética gengival superior e raiz em forma de platô.

03/10/04

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Adesão Bacterial em Abutment Coroa Integrados™. Estudo In Vivo (II)

M. MARINCOLA, S. DIBART, M.L. WARBINGTON, Z. SKOBE, R. URDANETA, and S.-K. CHUANG, University of Cartagena, AISI, Italian Association of Restorative Implant Dentistry, Rome, Italy, Boston University, MA, USA, Forsyth Institute, Boston, MA, Harvard University, Concord Dental Associates, Concord, MA, USA, Massachusetts General Hospital and Harvard School of Dental Medicine, Harvard School of Public Health, Chestnut Hill.

Objetivos: A finalidade deste estudo foi comparar a microbiota da região subgengival presente em Abutment Coroa Integrados (ACI) suportados por implante e dentes naturais in vivo.

Material e Métodos: Um projeto de estudo de secção transversal foi utilizado com pacientes selecionados do grupo de pacientes do Implant Dentistry Centre do Faulkner Hospital (Boston, MA). Trinta e um pacientes (13 do sexo masculino e 18 do feminino) foram selecionados, com idade média de 57,36 anos (variação de 28,09 a 90,85 anos) dos quais 4 eram tabagistas. Os requisitos da seleção eram: Pacientes com coroas ACI colocadas pelo menos há 6 meses e que não tivessem tomado antibióticos 3 meses antes da avaliação. Índice gengival (IG), índice de sangramento modificado (ISM), amostras da placa subgengival e fotografias clínicas foram tiradas em pelo menos 1 ACI e do dente contralateral natural de cada paciente. As amostras de placa subgengival foram tiradas do lado mesial do ACI ou dos dentes naturais e colocadas em um tubo Eppendorf contendo 0.150 ml de Tris-EDTA. As amostras foram, então, hibridizadas com 12 sondas cromossômicas totais para Tannerella forsythensis, Prevotella intermedia, Campylobacter rectus, Fusobacterium nucleatum, Actinomyes odontolyticus, Streptococcus sanguis, Streptococcus intermedius, Actinobacillus actinomycetemcomitans serotype b, Actinomyces naeslundii, Streptococcus oralis, Porphyromonas gingivalis e Prevotella intermedia, usando o método checkerboard de hibridização DNA-DNA. As estatísticas descritivas e os modelos mistos lineares generalizados (GLMM) justificaram a correlação intra-agrupamento no mesmo paciente e foram utilizados usando SAS-PC (versão 8.2, 2001). Resultados: Foi observado que os ACIs apresentavam menos IG e ISM em comparação com os dentes naturais mas não eram estatisticamente significantes (p>0,05). Não houve disferenças estatísticas (p>0.05) em todas as diversas contagens de colônias entre ACIs e os dentes naturais.

Conclusões: O ACI apresentou semelhanças impressionantes com o dente natural em termos de contagem e composição da placa bacteriana subgengival. O ACI apresentou também índices menores de IG e ISM.

Financiado por bolsa de pesquisa da Bicon (MM, SD), OMSF Foundation Fellowship in Clinical Investigation (SKC).

03/10/04

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Adesão Bacterial em Abutment Coroa Integrados™. Estudo In Vitro (I)

S. DIBART, M. MARINCOLA, M.L. WARBINGTON, and Z. SKOBE, Boston University, MA, USA, University of Cartagena, AISI, Italian Association of Restorative Implant Dentistry, Rome, Italy, Forsyth Institute, Boston, MA.

Objetivos: A meta da presente pesquisa foi determinar se o material DiamondCrown, usado para fazer o Abutment Coroa Integrado (ACI) da Bicon, é menos suscetível para abrigar/atrair a placa bacteriana do que a coroa de cerâmica pura (CP) ou metalocerâmica (MC). A meta secundária foi comparar a composição da placa atraída sobre superfícies testadas.

Métodos: 6 coroas ACI, 6 CP e 6 MC foram igualmente divididas em 2 grupos de teste. As coroas CP e MC foram cimentadas sobre abutments de titânio. Os grupos I (3 ACI, 3 CP, 3 MC) e II foram incubados por 10 min. em solução bacteriana contendo 10 bactérias orais diferentes em O.D.1: Tanerella forsythensis, Prevotella intermedia, Campylobacter rectus, Fusobacterium nucleatum, Actinomyces odontololyticus, Streptococcus intermedius, Actinobacillus actinomycetemcomitans sorotipo b, Actinomyces naeslundii, Streptococcus oralis, Porphyromonas gingivalis. Após lavagem rápida com PBS para eliminar a placa livre, as amostras de coroa do grupo I foram incubadas em 500µl de tampão de Tris-EDTA com 500µl de NaOH. As amostras foram, em seguida, hibridizadas com 10 sondas cromossômicas totais para os microorganismos mencionados acima. A análise microbiológica foi concluída usando o método checkerboard de hibridização DNA-DNA. As amostras do grupo II foram lavadas rapidamente com PBS e fixadas em formalina a 4% para microscópico eletrônico de varredura (MEV).

Resultados: Todas as coroas experimentais mostraram adesão bacterial. Não há diferença estatística nas composições microbianas quando as coroas são comparadas. O MEV mostrou que as coroas CP abrigavam os depósitos mais pesados de bactérias. MC e ACI apresentavam os menores depósitos de bactérias especialmente na interface abutment/coroa.

Conclusões: As coroas ACI e MC parecem apresentar menor tendência à colonização bacteriana, em uma situação in vitro do que uma coroa de cerâmica pura. As coroas ACI e MC abrigavam muito poucas bactérias na interface abutment/coroa.

Este estudo foi financiado por bolsa de pesquisa da Bicon.

03/10/04

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Avaliação Retrospectiva de Dois Anos de Restauração Singular para Implantes Únicos

R. URDANETA, Harvard University, Concord Dental Associates, Concord, MA, USA, M. MARINCOLA, University of Cartagena, AISI, Italian Association of Restorative Implant Dentistry, Rome, Italy, and S.-K. CHUANG, Massachusetts General Hospital and Harvard School of Dental Medicine, Harvard School of Public Health, Chestnut Hill.

O Abutment Coroa Integrado™ (ACI) (Bicon, Boston, MA) é uma técnica para a fabricação de restaurações suportadas por implante de dente único nas quais o abutment e o material da coroa constituem uma unidade integral sem o uso de quaisquer parafusos ou cimento.

Objetivos: O objetivo deste estudo foi analisar o desempenho clínico de 2 anos de 151 ACIs colocados em consultório dentário.

Materiais e Métodos: Um projeto de estudo retrospectivo de coorte foi utilizado com pacientes selecionados do grupo de pacientes do Implant Dentistry Centre do Faulkner Hospital (Boston, MA). Os pacientes tinham retorno e as restaurações eram avaliadas de acordo com os critérios USPHS modificados. A estética gengival e a quantidade de consultas para restauração foram documentadas. As estatísticas descritivas e os modelos mistos lineares generalizados (GLMM) justificaram a correlação intra-agrupamento no mesmo paciente e foram utilizados usando SAS-PC (versão 8.2, 2001) .

Resultados: Um total de 151 implantes foram restaurados com ACIs em 59 pacientes, com média de idade de 58,2 anos, 62% foram colocados no maxilar e 38% na mandíbula. A taxa de sobrevivência de 2 anos para ACIs foi de 98,56%. Dois ACIs foram removidos, um devido a fracasso do implante; todos os demais foram classificados como excelentes ou bons em relação à anatomia, textura da superfície e cor. Nenhum ACI foi removido devido a fraturas. Foi observada excelente adaptação, sem interface clinicamente discernível entre o material de veneer e o abutment. Foi observada excelente estética gengival. Um número significativamente menor de consultas foi necessário para restaurar um ACI do que uma coroa metalocerâmica (p<0,0001).

Conclusão: Os resultados desta avaliação protética apoiam a conclusão que o Abutment Coroa Integrado™ é uma opção excelente para a restauração dos implantes únicos com locking-taper para as áreas anterior e posterior da boca. Os ACIs representam alternativa econômica e que economiza tempo às coroas metalocerâmicas.

Com o apoio da Oral and Maxillofacial Surgery Foundation (OMSF) Fellowship in Clinical Investigation (SKC).

03/10/04

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Avaliação Biomecânica de Implante IBAD de Superfície Modificada

P.G. COELHO, University of Alabama at Birmingham, Birmingham, USA, J. LEMONS, University of Alabama at Birmingham, USA, e A.W. EBERHARDT, University of Alabama at Birmingham, USA.

Grupos de pesquisa em implantologia deram atenção a revestimentos biocerâmicos de filmes finos sobre implantes dentários devido à potencial degradação biológica/dissolução do revestimento controladas após a implantação e fixação direta do osso ao substrato metálico.

Objetivo: A finalidade deste estudo foi avaliar a fixação biológica de implante de superfície modificada com deposição assistida por feixe de íons [ion beam assisted deposition (IBAD)] de filme fino comparado com implante de liga de titânio de superfície não modificada em tempos de implantação precoce in vivo em um modelo canino de laboratório.

Métodos: Os implantes foram colocados nas tíbias dos cachorros e permaneceram por 2 e 4 semanas in vivo. Após sacrifício sem dor, os membros foram recuperados e reduzidos a blocos contendo implante no seu centro. Os blocos foram montados em resina epoxy e os implantes foram extraídos a 0.5 polegadas por minuto em máquina de teste universal. Foram registradas as curvas força versus deslocamento para os espécimes, que eram subseqüentemente descalcificados e preparados (corante H. e E.) para avaliação histomorfométrica do contato ósseo na superfície do implante permitindo cálculos do esforço de cisalhamento interfacial.

Resultados: Os resultados mostraram que o contato ósseo na superfície do implante foi significativamente maior (P<0,03) para a superfície não modificada quando comparado com implante de superfície modificada para os dois tempos in vivo, e que as forças de remoção não eram estatisticamente diferentes entre os quatro grupos. ANOVA revelou que o tempo in vivo e o tratamento da superfície não afetam o esforço de cisalhamento interfacial.

Conclusão: De acordo com os resultados histomorfométricos e biomecânicos obtidos neste estudo, concluiu-se que não havia elos fracos entre o revestimento de filme fino e o substrato metálico. Além disso, o osso em torno dos implantes de superfície modificada pode ter suas propriedades mecânicas melhoradas, carcterística desejável para implantação precoce e de longo prazo de dispositivos de sustentação de carga. Esses resultados sugerem que a degradação biológica/dissolução total do revestimento pode não ser total nesses tempos de implantação precoce.

03/10/04

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Determinação do Espaço Implante-Abutment Radial por meio do Método de Seccionamento Serial

P.G. COELHO, University of Alabama at Birmingham, Birmingham, USA, M. SUZUKI, University of Alabama at Birmingham, USA, e A.L. COELHO, UNICENP, Curitiba, Brazil.

A comunidade de pesquisa em bioengenharia e implantologia devotou atenção significativa ao espaço implante-abutment, uma vez que esse espaço pode proporcionar um ambiente favorável para adesão/proliferação bacterial bem como para a degradação do substrato metálico. Classicamente, essa distância tem sido avaliada por meio de microscópico eletrônico de varredura (MEV) ao longo do perímetro do implante e nenhuma informação é revelada como função do raio.

Objetivo:A finalidade deste estudo foi avaliar o espaço implante-abutment como função do raio por meio de avaliação de microscopia óptica e da técnica de seccionamento seqüencial.

Métodos: Seis implantes (3.75 mm de diâmetro) e abutments foram conectados por parafuso e com torque de 20 N.cm. As medidas do raio externo foram registradas por MEV. Em seguida, os implantes foram montados em resina epoxy usando fixador metálico para assegurar sua posição (perpendicular ao eixo vertical). Subseqüentemente, cada implante foi desgastado e polido paralelamente a seu longo eixo em seis diferentes intervalos de distância. Os espaços implante-abutment foram obtidos por microscopia óptica (1000X de aumento) e essas distâncias foram relacionadas à sua posição radial por meio de inferências trigonométricas. Foi usada a abordagem da equação polinomial de 6º grau de melhor assentamento para determinar os padrões de adaptação radial para cada um dos implantes.

Resultados: Os resultados mostraram que as distâncias do espaço não eram estatisticamente diferentes entre os implantes (P=0,05). A abordagem da equação polinomial de melhor assentamento revelou que a distância do espaço implante-abutment aumenta como função do raio do implante e este aumento é mais pronunciado no raio 1/4 externo, na região biselada do abutment. Também, a comunicação entre as regiões externas e internas do implante foi encontrada para todos os espécimes.

Conclusão: Com base nesses resultados, concluiu-se que esta metodologia proporcionava um cenário mais amplo da distância do espaço implante-abutment e que as avaliações MEV podem subestimar o valor do espaço.

01/06/04

Caso Clínico Atualizado

Implantes Curtos: Sucesso Clínico Comprovado desde 1997

Essas radiografias demonstram a altura mínima do osso exigida pelo implante curto da Bicon, potencialmente eliminando a necessidade de elevação dos seios maxilares e enxerto ósseo. O implante curto permite uma colocação segura em casos com altura mínima de osso acima do nervo alveolar inferior.

12/15/03

Novo Guia de Seleção de Abutment ACI

Houve algumas pequenas revisões de nosso Guia de Seleção de Abutment ACI. Certifique-se de estar atualizado.

12/11/03

Nova Publicação Adicionada

Complicações dos Implantes Dentários: Freqüência de Identificação e Fatores de Risco Associados

52. McDermott, N., Chuang, S.K., Vehemente, V., Dodson, T.B., Complications of Dental Implants: Identification Frequency and Associated Risk Factors, The International Journal of Oral & Maxillofacial Implants, Vol 18 No. 6, p. 1379-1389, Dezembro 2003

12/05/03

Nova Publicação Adicionada

Avaliação Metrológica e Topográfica Tridimensional dos Implantes Dentários por Microscopia Confocal de Varredura a Laser

51. B. Al-Nawas, H. Gotz, Three-Dimensional Topographic and Metrologic Evaluation of Dental Implants by Confocal Laser Scanning Microscopy, Clinical Implant Dentistry, Volume 5, Number 3, 2003

10/03/03

Nova Publicação Adicionada

Mecânica do Ajuste de Interferência com Paralelizadores em Implantes Dentários

50. Muftu, S, and Bozkaya, D., Mechanics of the Tapered Interference Fit in Dental Implants, Journal of Biomechanics, Volume 36 Issue 11, pgs. 1649, 1658, Novembro 2003

03/12/03

Resumo da pesquisa em AADR/CADR Annual Meeting; San Antonio, TX

Implantes de 6.0 x 5.7 mm: Estimativas de Sobrevivência e Fatores de Risco para Fracasso

M.A. GENTILE, S.-K. CHUANG, and T.B. DODSON, Harvard School of Dental Medicine, Boston, MA, USA, Massachusetts General Hospital and Harvard School of Dental Medicine, Boston, USA

Introdução: Implantes dentários curtos facilitam a restauração protética na situação de altura óssea alveolar limitada. Existem poucos dados para apoiar o uso clínico de implantes curtos. Levantamos a hipótese que os implantes de 6x5.7 são uma opção clinicamente aceitável, se indicados.

Objetivo: Os objetivos do estudo são: 1) estimar a sobrevivência de um ano de implantes Bicon de 6x5.7 mm , 2) identificar os fatores de risco associados a fracasso de implante de 6x5.7 e 3) comparar a sobrevivência de um ano de implantes de 6x5.7 com implantes não 6x5.7.

Métodos: Utilizamos um projeto de estudo de coorte retrospectivo e uma amostra formada por pacientes com implante de 6x5.7 colocado. As variáveis de previsão foram categorizadas como demográficas, condições de saúde, anatômicas, específicas do implante, protéticas, perioperatórias e reconstrutivas. A variável de resultado foi o fracasso do implante definido como explantação. As estimativas Kaplan-Meier foram usadas para avaliar a sobrevivência do implante. Foram computadas as estatíticas de sobrevivência bivariadas e multivariadas (regressão de Cox).

Resultados: A amostra era composta por 35 pacientes com 172 implantes colocados (45 6x5.7 e 127 não 6x5.7). A sobrevivência de um ano de implantes 6x5.7 e não 6x5.7 foi 92,18% e 95,24%, respectivamente (p=0,78). As análises bivariadas identificaram estagiamento e reconstrução como fatores de risco para fracasso. Após o ajuste para co-variáveis em modelo multivariado, foi encontrado que a colocação de implante de um estágio representava fator de risco estatisticamente significante (p=0,047) para fracasso de implante.

Conclusão: Acreditamos ser este o primeiro estudo que apresente resultados clínicos do implante Bicon® 6x5.7. A sobrevivência de implantes de 6x5.7 foi comparável com a dos implantes não 6x5.7. Estes dados apóiam a hipótese que implantes de 6x5.7 constituem opção clinicamente aceitável para facilitar a restauração protética na situação de altura alveolar limitada. Além disso, os resultados sugerem que é preferível a abordagem de dois estágios para a colocação desses implantes.

Apoiado pela OMS Foundation Fellowship in Clinical Investigation (S-KC), NIH-NIDCR K24 DE00448 (TBD), MGH Department of OMS Research Fund (MAG).

03/12/03

Resumo da pesquisa em AADR/CADR Annual Meeting; San Antonio, TX

Métodos de Tempos de Fracasso por Fragilidade de Efeitos Mistos para Estimar a Sobrevivência de Implantes Dentários

M.A. GENTILE, S.-K. CHUANG, and T.B. DODSON, Harvard School of Dental Medicine, Boston, MA, USA, Massachusetts General Hospital and Harvard School of Dental Medicine, Boston, USA.

Finalidade: A finalidade deste estudo foi identificar efeitos de co-variáveis associados com fracasso de implante aplicando-se métodos de sobrevivência de fragilidade semi-paramétricos agrupados por regressão de Cox. Conforme nosso conhecimento, este método não foi descrito ou aplicado amplamente na literatura de pesquisa odontológica.

Métodos: Para atingir a finalidade da pesquisa, usamos um projeto de estudo de coorte retrospectivo. A coorte era formada por pacientes com um ou mais implantes Bicon colocados. As co-variáveis foram categorizadas como variáveis demográficas, condições de saúde, específicas do implante, anatômicas, protéticas, perioperatórias e reconstrutivas. A variável de resultado foi o fracasso do implante (explantação). As co-variáveis para fracasso de implante foram identificadas usando-se os métodos de sobrevivência de fragilidade ajustados para observações de tempo de fracasso agrupadas.

Resultados: A amostra era composta por 677 pacientes com 2.349 implantes colocados. As co-variáveis associadas com fracasso de implante (p < 0,15) incluiam o cirurgião, uso de tabaco, uso de antibiótico peri-operatório, posição do implante, comprimento do implante, tamanho da cavidade, revestimento do implante, proximidade do implante aos dentes adjacentes ou outros implantes, colocação imediata de implante, diâmetro do abutment, tipo de prótese, uso de procedimentos de reconstrução e estagiamento do implante. Com base no modelo ajustado de fragilidade multivariado, as co-variáveis associadas a fracasso de implante foram uso de tabaco, comprimento e estagiamento do implante, proximidade do implante aos dentes adjacentes ou outros implantes e tamanho da cavidade.

Conclusão: Conjuntos de dados formados por observações agrupadas são comumente encontrados na pesquisa odontológica. As análises de sobrevivência desses conjuntos de dados são proposições sumamente desafiadoras. Apresentamos métodos inovadores de sobrevivência de fragilidade por regressão de Cox com aplicações clínicas a implantes como exemplo. Identificamos cinco fatores associados com fracasso de implante. Três dessas variáveis, condição de tabagista, tamanho da cavidade e estagiamento da colocação do implante estão sob controle direto do dentista.

Apoiado pela Oral and Maxillofacial Surgery Research Foundation Fellowship in Clinical Investigation (S-KC), NIH grant K24 DE000448 (TBD) and MGH Department of OMS Research Fund (S-KC, TBD).

03/12/03

Resumo da pesquisa em AADR/CADR Annual Meeting; San Antonio, TX

Determinação da Actividade Óssea ao redor de um Implante de Liga de Titânio de Superfície Modificada

P.G. COELHO, University of Alabama at Birmingham, USA, e J. LEMONS, University of Alabama at Birmingham, USA.

Objetivo: A finalidade deste estudo foi avaliar a atividade óssea trabecular e cortical por meio de identificação do osso com tetraciclina de uma superfície modificada (IBAD) comparado com implante de liga de titânio de superfície não modificada em modelo canino.

Métodos: Os implantes foram colocados cirurgicamente nas tíbias dos cachorros e o modelo proporcionou espécimes que permaneceram por 2 e 4 semanas in vivo. Antes do sacrifício sem dor, foi administrada 10mg/Kg de oxitetraciclina para identificação do osso. Os membros foram recuperados por dissecção e as secções finas não descalcificadas contendo o implante em seus centros foram preparadas para avaliação microscópica sob luz UV. A determinação da atividade óssea (quantidade de rótulos de tetraciclina) foi avaliada dividindo-se os espécimes em regiões de interesse ao longo do comprimento e afastando-se da superfície do implante (até 2 mm) por técnicas de microscopia quantitativa. A atividade fisiológica foi obtida pela avaliação da identificação com tetraciclina afastando-se (> 3 mm) da superfície do implante e compreendia os dados de normalização.

Resultados: Os resultados mostraram que o implante de superfície modificada de 4 semanas apresentava quantidade significativamente maior (P = 0,05) de identificação com tetraciclina do que os outros grupos e demonstraram que há significativamente mais identificação em regiões do osso trabecular do que nas regiões de osso cortical. A quantificação da quantidade rotulada para as diferentes regiões de interesse em distâncias diferentes da superfície do implante (até 2 mm) revelaram que a única região que apresentava atividade significativamente maior do que os níveis fisiológicos era a adjacente à superfície do implante (até 0.5 mm) e a quantidade de identificação era significativamente maior para o grupo de superfície modificada de 4 semanas. A determinação dos gradientes de atividade óssea da superfície do implante foi executada por regressão linear e apresentava inclinações negativas da superfície do implante.

Conclusões: Estes resultados indicaram que existe osteocondutividade crescente dependente do tempo para implantes com superfície tratada e que a atividade óssea após a implantação está restrita aos primeiros 0.5 mm da região adjacente à superfície do implante.

03/07/02

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Complicações de implantes dentários: Tipos, freqüência e fatores de risco associados

N. MCDERMOTT, S.-K. CHUANG, V. VEHEMENTE, S. DAHER, A. MUFTU, and T.B. DODSON, Harvard School of Dental Medicine, USA, Boston University Goldman School of Dental Medicine, USA, Tufts University School of Dental Medicine, USA, Massachusetts General Hospital, USA.

Objetivos: A finalidade deste estudo foi identificar o tipo, a freqüência e os fatores associados a complicações após a colocação de implantes dentários.

Materiais e Métodos: Para atingir a finalidade da pesquisa, usamos um projeto de estudo de coorte retrospectivo e uma amostra derivada de pacientes tendo implantes Bicon (Bicon, Boston, MA) colocados no Implant Dentistry Centre, Faulkner Hospital, Boston, MA entre 1992 e 2000. As variáveis de previsão foram agrupadas nas categorias demográfica, histórico médico, específica do implante, anatômica, protética e reconstrutiva. As variáveis de complicação foram agrupadas em inflamatória, protética ou operatória. Para cada paciente, foi selecionado um implante ao acaso para inclusão no estudo. O modelo de regressão de Cox foi usado para identificar fatores de risco associados a complicações de implante.

Resultados: A amostra era composta por 677 pacientes com média de idade de 53,5 +/- 13,9 anos. A freqüência global de complicações de implante foi 13,9% (10,2% inflamatória, 2,7% protética, 1,0% operatória). A maioria dos implantes (62%) com complicações não fracassaram durante o intervalo do estudo. As variáveis associadas com complicações (p < 0,15) foram: 1) tabagismo, 2) tipo de prótese; 3) estagiamento de implante e 4) uso de procedimentos de reconstrução. Essas quatro variáveis, sexo e idade (6 variáveis no total) foram incluídas no modelo multivariado. A análise de regressão Cox revelou que tabagismo, estagiamento de implante e uso de procedimentos de reconstrução estão estatisticamente associados com complicações de implante (p < 0,05). O tipo de prótese foi limítrofe não significante (p=0,08).

Conclusão: Fatores associados com risco crescente de complicações incluem tabagismo, estagiamento de implante e uso de procedimentos de reconstrução.

03/07/02

Resumo da pesquisa em IADR/AADR/CADR 80th General Session; Honolulu, HI

Fatores de risco para fracasso de implantes dentários: Uma estratégia para a análise de observações de tempo de fracasso agrupadas

S.-K. CHUANG, Harvard School of Dental Medicine, USA, L.-J. WEI, Harvard School of Public Health, USA, and T.B. DODSON, Massachusetts General Hospital, USA.

Objetivos: O objetivo deste estudo foi identificar fatores de risco associados a fracasso de implantes dentários aplicando métodos de sobrevivência semi-paramétricos, avançados e inovadores que ajustam observações de tempo de fracasso agrupadas.

Métodos: Para atingir o objetivo da pesquisa, usamos um projeto de estudo de coorte retrospectivo incluindo todos os pacientes que tinham um ou mais implantes colocados na Implant Dentistry do Faulkner Hospital, Boston, MA entre 1992 e 2000. Os fatores de risco para fracasso foram agrupados nas seguintes categorias: demográfica, condições de saúde, específica do implante, anatômica, protética e reconstrutiva. A variável de resultado foi o fracasso do implante definido como explantação. A sobrevivência global do implante foi ajustada para observações de tempo de fracasso agrupadas. Os fatores de risco para fracasso de implante usando modelo de dependência e aplicando a abordagem marginal do modelo de regressão de Cox.

Resultados: A amostra era composta por 677 pacientes que tinham 2.349 implantes colocados. As taxas globais de sobrevivência Kaplan-Meier em um e cinco anos foram 95,46% e 90,91%, respectivamente. Fatores de risco univariados associados com fracasso (com p < 0,15) foram condição de tabagista, posição do implante, comprimento do implante, tamanho da cavidade, revestimento do implante, proximidade do implante, colocação imediata do implante, diâmetro do abutment, tipo de prótese e estagiamento do implante. Com base em modelo multivariado que ajusta para observações correlacionadas, cinco fatores foram associados estatisticamente com fracassos de implante (p < 0,05): 1) tabagismo, 2) comprimento do implante; 3) implantes imediatos; 4) estagiamento de implante e 5) tamanho da cavidade.

Conclusões: O acompanhamento e o controle de observações correlacionadas ou agrupadas dentro do mesmo tema é uma proposição comum e desafiadora da pesquisa odontológica. Na seleção de fatores de risco para inclusão no modelo de regressão de Cox, recomendamos o ajuste para dependência entre as observações de implantes dentários no mesmo paciente.

Apoiado por bolsas NIH: K16 DE000275 (SKC), R01 CA56844 (LJW) e K24 DE000448 (TBD).